O segredo dos Beatles

Quinta-feira, 30 Novembro, 2006

Autor: Pedro de Freitas Branco

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Em meu entender, o Autor imaginou excelente ficção para nos esclarecer – ensinando-nos – muita coisa sobre as origens da sensibilidade músical de Beatles. Assim o senti. Em meu entender, o objectivo foi conseguido. Obrigado Pedro de Freitas Branco.

Carlos Alberto P. Costa, 67 anos, Instrumenteista – Músico

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entrada nº 0023

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Obra poética

Terça-feira, 28 Novembro, 2006

Autor: Sophia de Mello Breyner Andresen

obrapoetica.jpgA poesia, a boa poesia, só por si é uma forma maior de literatura. A poesia de Sophia é, na minha opinião, dos expoentes máximos da poesia portuguesa e talvez universal (embora as minhas leituras de poesia não me permitam ser tão perentório quanto desejaria, pois são manifestamente insuficientes…), cuja obra poética recomendo na integra. Poderia destacar por exemplo “Dual”, mas para uma fruição mais total e perfeitamente arrebatadora de valores, de percepções e sensações, onde se cruzam raízes culturais e aspirações humanas, onde a luz mediterrânica intensa mas leve e aquilo que de mais denso, profundo e por vezes obscuro existe no ser humano coexiste e acontece com uma plasticidade e uma simplicidade difícil de igualar na palavra escrita.

André Dores, 29 anos, Investigador

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entrada nº 0022


O último Catão

Quinta-feira, 2 Novembro, 2006

Autor: Matilde Asensi

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Considero que se trata de um dos livros mais conseguidos no género do «romance histórico» – género que entrou decididamente na moda, mesmo que na maior parte das vezes deixe muito a desejar, seja em termos literários, como na falta de rigor histórico. Desta autora também li «Iacobus», o qual, embora também recomende (até porque se cruza com a História de Portugal), não atingiu o nível deste seu mais recente livro.

João David Zink, Historiador de Arte

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entrada nº 0014


Farenheit 451

Terça-feira, 26 Setembro, 2006

Autor: Ray Bradbury 

farenheit.jpgNuma sociedade futurista do séc XXV, os livros são proibidos e, assim que encontrados, queimados pelos bombeiros, como se fossem uma ameaça à sociedade. Nesta realidade foi inspirado o título do livro: a temperatura na qual o papel começa a arder. A história retrata o bombeiro Guy Montag, que começa a questionar a maneira como as coisas funcionam e o perigo representado pelos livros. Não demora muito tempo até que ele se aperceba da futilidade da sua vida da sua mulher Mildred e dos seus amigos, perdida entre paredes falantes e famílias virtuais.

Bruno Duarte Eiras, 29 anos, bibliotecário

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entrada nº 0006


O Fim

Quinta-feira, 21 Setembro, 2006

Autor: António Patrício                              

Um país em crise, invadido por tropas estrangeiras, que num acto de heroismo resolve matar-se (leia-se Portugal entre o ultimatum inglês e a queda da monarquia) é a personagem principal desta obra. Da autoria de um escritor infelizmente pouco conhecido, esta peça retrata o Portugal decadente da transição do séc. XIX para o séc. XX através de uma Rainha Velha sozinha e louca que deambulando pelo Paço apenas encontra amparo nos amigos, criados mais fiéis e na figura de um “desconhecido”. Uma leitura adequada aos tempos de crise pelo retrato negro dos dias, mas também pela mensagem de futuro que transmite. Um bom começo para descobrir a obra de António Patrício.

Bruno Duarte Eiras, 29 anos, bibliotecário

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entrada nº 0004


Paula

Terça-feira, 8 Agosto, 2006

Autor: Isabel Allende

Eu li e, através da leitura de Paula, conheci uma outra Isabel Allende, que me impressionou e de imediato conquistou. Até à data conhecia apenas os livros de época da autora. Em Paula Isabel Allende partilha connosco o drama da doença, e posterior morte, da sua filha Paula. Um relato impressionante e enternecedor de uma incondicional história de amor que pela sua força nos atinge e comove. Um texto simples, sem grandes artifícios, mas com uma forte carga emocional. Para ler e partilhar.

 

Vanda Constança e Silva , 32 anos, Bibliotecária

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entrada nº :0002


O Lobo das Estepes

Sábado, 5 Agosto, 2006

Autor: Herman Hesse


Nos inúmeros títulos que povoam o meu imaginário e território literário figura este Lobo das Estepes, solitário e inadequado ao mundo, cuja marca permanece viva e actual… Trata-se de uma reflexão sobre o sentido e a questionabilidade da existência humana, perspectivada por aqueles que sentem a vida com profundidade.
Por isso, este Lobo das Estepes volta, de tempos a tempos, à minha memória e instala-se no meu olhar com a mesma insatisfação de quem quer entender o mundo e não consegue…
Uma leitura intemporal da nossa natureza humana!

 

Ana Paula Jardim , 38 anos

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entrada nº: 0001