Obra poética

Terça-feira, 28 Novembro, 2006

Autor: Sophia de Mello Breyner Andresen

obrapoetica.jpgA poesia, a boa poesia, só por si é uma forma maior de literatura. A poesia de Sophia é, na minha opinião, dos expoentes máximos da poesia portuguesa e talvez universal (embora as minhas leituras de poesia não me permitam ser tão perentório quanto desejaria, pois são manifestamente insuficientes…), cuja obra poética recomendo na integra. Poderia destacar por exemplo “Dual”, mas para uma fruição mais total e perfeitamente arrebatadora de valores, de percepções e sensações, onde se cruzam raízes culturais e aspirações humanas, onde a luz mediterrânica intensa mas leve e aquilo que de mais denso, profundo e por vezes obscuro existe no ser humano coexiste e acontece com uma plasticidade e uma simplicidade difícil de igualar na palavra escrita.

André Dores, 29 anos, Investigador

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entrada nº 0022

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Nobilíssima visão

Terça-feira, 14 Novembro, 2006

Autor: Mário Cesariny

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Reli e gostei, mesmo nos anos 40-50 havia escritores portugueses visionários, desde o título primoroso, a variedade de registos do sentir e passar para o papel as suas sensações com surrealismo, humor, malefiquismo sempre presentes…evocando a personagem edemónia de Álvaro de Campos, apresentando tons teatrais e mais o «Heroí é o meu nome»…Fundador dócil e voraz como o animal de uma Radicallíssima revolução que provocou uma «implosão» em Portugal no meio artístico-sociológico, como aliás não coíbe o poeta e pintor de referir.

Sofia Sousa, 30 anos, Funcionária da C.M.O.

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entrada nº 0016